Artigo 25: Cultura de massa, arte e política enquanto problema em Rubem Fonseca

RESUMO

O breve artigo trata do tema da arte, e sua relação com sua própria condição de possibilidade enquanto mercadoria, e sobretudo, da relação entre arte e política. Partimos dos diálogos entre o personagem narrador cineasta com o velho Gurian, um professor de literatura perseguido tanto pelos soviéticos do regime estalinista e mais tarde pelos nazistas e que na trama do romance Vastas emoções e pensamentos imperfeitos do escritor Rubem Fonseca, veio parar no Brasil. Nestes diálogos procuramos interpretar a posição de Rubem Fonseca em relação aos destinos sombrios da cultura de massa sobretudo a TV, e particularmente, a crítica de Fonseca em relação à arte como serva da política. Demarcando a perspectiva de Rubem Fonseca a partir da posição de que a arte não deve ser instrumento propagandista dos regimes políticos, culminando na posição, citada pelo narrador do romance, do escritor russo Isaac Bábel: “Alguns farão a Revolução, e daí? Eu, eu farei as coisas marginais, aquilo que vai mais fundo”. Demarcando deste modo a autonomia da arte em relação à política.

Palavras-chave: Rubem Fonseca, Arte e Política, Crítica Literária

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